DogHero: um app pra buscar cuidadores para o seu cachorro!

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Descobri isso hoje e achei a ideia muito interessante. Alguém aí já usou?

Segundo a descrição do produto, DogHero é um serviço que “conecta tutores de cachorros que estão buscando um lugar para hospedar seus cãezinhos com Anfitriões apaixonados por animais que estão dispostos a hospedá-los em casa”.

Legal, né? A ideia é que você não deixe seu cãozinho em canis, e sim em uma casa de verdade com gente o tempo todo pertinho dele.

Clique aqui para baixar na App Store

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11 comidas proibidas para seu cachorro!

Se você é desses que alimenta seu cão com resto de qualquer comida que os humanos da casa comem é bom parar de fazer isso nesse minuto e ler esse post. Nem tudo pode ir pro estômago do seu amigão. Olha só!

1 – Chocolate

O chocolate tem cafeína e teobromina, o que faz o cão vomitar, ficar desidratado, ter dores abdominais, ficar muito agitado, ter um ritmo cardíaco irregular e aumentar sua temperatura corporal. E tudo isso pode levar a convulsões e ele pode mesmo morrer! Deixe seus docinhos fora do alcance deles.

2 – Leite

Estes animais podem ser intolerantes à lactose, igual alguns humanos. E os cães não têm enzimas para processar o açúcar do leite também, o que pode provocar vômitos, diarréia e outros problemas intestinais que o deixam expostos a bactérias.

3 – Queijo

Como leite, o queijo tem açúcar e componentes gordurosos que as enzimas dos cães não têm capacidade de processar. E os sintomas, no caso de uma ingestão em grande quantidade, são bem parecidos: gases, diarréia e vômitos.

4 – Cebola

Este alimento pode danificar as células vermelhas fazendo com que os animais fiquem mais fracos e mais parados. Se comerem muitas cebolas, eles podem mesmo chegar a precisar de uma transfusão sanguínea! Que dó!

5 – Macadâmia

Esta é uma das mais recentes descobertas: as nozes de macadâmia podem ser extremamente prejudiciais para a saúde dos cães, que podem ficar fracos e incapazes de andar. Entre os sintomas: vômito, depressão, tremores e hipotermia.

6 – Alho

O alho é da família da cebola, mas é ainda mais perigoso para os cães por ter componentes mais tóxicos: um alho pode provocar mais danos que 30 gramas de cebolas. A cor da urina pode ficar desde laranja até vermelha escura e, tal como as cebolas, pode ser necessário uma transfusão de sangue.

7 – Uvas

Vários cachorros amam frutas, mas cuidado. Uvas e as passas podem causar falência renal nos bichinhos – o que pode causar morte em menos de uma semana. Também podem ficar sem energia e podem ainda ficar desidratados e com falta de apetite.

8 – Abacate

Guacamole para o seu amigo de quatro patas? Não! As folhas, o caroço, a casca e o próprio fruto têm uma toxina chamada persina, o que deixa sensível o estômago dos cães. Eles também podem enfrentar dificuldades respiratórias. Ah, e eles podem engasgar com o caroço, né?

9 – Talo da maçã, pêra, caroço de ameixa, pêssego e damasco

A maior parte das pessoas evita comer esses itens, mas eles são bem mais tóxicos para os cães do que para os humanos. Eles têm glicosídeos cianogénicos, ou seja, cianeto! Alguns dos sintomas de ingestão desta toxina são as tonturas, dificuldades em respirar, convulsões, desmaios, hiperventilação, choque e até mesmo coma.

10 – Massa fermentada crua

A massa crua de um pão, por exemplo, pode fermentar no estômago do animal (produzindo álcool), tornando-se tóxica. Pode gerar uma grande quantidade de gases, que pode provocar fortes dores e eventualmente causar uma ruptura intestinal.

11 – Bacon

O sabor e o aroma agradam os cães, mas infelizmente não pode! Comidas ricas em gorduras, como bacon, podem provocar uma pancreatite. Depois de desenvolver esta doença, o pâncreas fica inflamado e pode começar a não funcionar correctamente.

(vi aqui)

Passear com seu cachorro também é exercício!

Captura de Tela 2014-09-23 às 18.37.16Você sai com seu cachorro pra passear quantas vezes por dia? Quantos metros vocês andam? Quantas calorias vocês gastam? Transforme esse tempinho de exercício em coisa séria. O app MapMyDog junta essas informações pra você não ter desculpa de falta de tempo.

Com seu GPS, ele calcula rotas e mostra mapas. Para quem gosta, dá pra compartilhar as infos nas redes sociais – ou com os outros donos do cachorrinho. O aplicativo está disponível apenas em inglês para quem usa aparelhos com Android 2.1 ou superior.

Dá pra baixar de graça no Google Play.

(Clique aqui e veja nossos outros posts sobre pets!)

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(via Blog Xperia)

Aplicativo faz seu cachorro olhar pra câmera na hora de tirar foto

Captura de Tela 2014-09-04 às 16.08.01A coisa mais complicada na hora de tirar foto do seu cachorro é fazer ele olhar pra câmera, né? Aí ficamos lá iguais idiotas gritando o nome dele de vários jeitinhos diferentes, fazendo barulinhos, balançando brinquedinhos.

O aplicativo BarkCam quer parar com essa palhaçada. Disponível na App Store, ele já vem com uma seleção de barulhos disparados logo antes do clique da foto. E ainda te oferece maneiras de já compartilhar a foto nas suas redes sociais. Nhom!

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Aqui tem uma lista de apps legais pra você. Ah, você não tem pets ainda? Listamos aqui dicas para ter um na sua casa.

3 jeitos de acabar com os odores do seu cachorro

Fizemos uma lista de dicas para quem estava em dúvida em ter ou não um pet em casa. Você decidiu que sim, vai ser ótimo ter um cachorrinho no seu apartamento. Mas ele ainda é desobediente na hora de fazer suas necessidades e as coisas não estão cheirando bem…

1 – Vinagre branco
É a melhor opção quando o local ainda está molhado com o xixi do pet. Misture uma solução de partes iguais com vinagre branco e água fria e coloque sobre a urina. Espalhe bem e depois deixe secar.

2 – Bicarbonato de sódio
Ele absorve com eficiência qualquer tipo de odor. Se o local estiver seco, coloque uma generosa quantidade e deixe descansando por algumas horas; se o local ainda estiver úmido, espalhe bastante até que tudo seja absorvido.

3 – Água com gás
Se o cachorro não fez xixi na sala mas sim em algum tapete, toalha ou camiseta, a água com gás ajuda. Depois que a mancha secar, aplique a água gasosa e, logo depois, seque novamente. Aí pode rolar um bicarbonato de sódio pra finalizar.

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Fonte: eCycle

6 dicas para quem está em dúvida sobre ter pets

1232674_10202039200845801_2090286268_n Texto de Roberta Garattoni*

As dores e delícias de morar sozinho podem mudar um pouco quando se tem um bicho de estimação. Isso porque, na prática, você não está mais sozinho já que um ou mais serezinhos comem, dormem e perambulam pelo seu apê – e por dez, quinze anos ou mais.

Em quase um ano com minhas duas gatas vira-latas, Lorena e Pamplona, a primeira coisa que faço todos os dias é abrir um sorriso. Mas claro que nem todos os dias são tão floridos e há algumas aventuras reservadas para os “donos de primeira viagem”. Por isso, é interessante levar algumas coisas em consideração antes de decidir ter um pet:

1 – Quem frequenta sua casa
É importante pensar em como as pessoas que estão sempre pelo seu château vão lidar com o pet. A decisão final é sua, claro, mas, se você namora alguém alérgico ou tem uma mãe com fobia de gatos (como era o caso da minha), pode ser prudente conversar antes e apresentar seus argumentos em defesa do bichinho, oferecendo alternativas que amenizem algum possível desconforto. Eu e meu ex-namorado negociamos, por exemplo, que as duas gatas teriam acesso liberado à casa toda, menos ao quarto – porque ele se incomodava bastante com a ideia de pêlos, bagunça e xixi na cama (pode acontecer). Feita essa pequena restrição, tudo foi alegria e ele se tornou um dos maiores fãs das pequenas. Elas aprenderam a abrir a porta do quarto em pouco tempo, mas nada que uma maçaneta redonda não tenha resolvido.

2 – Espaço e rotina para dois
Avalie o tamanho da sua casa antes de escolher a espécie e o porte do animal. Geralmente, cachorros pequenos ou gatos se dão melhor em apartamentos de quem mora sozinho, que tendem a ter metragem reduzida (mas se você mora num palacete e quer ter um labrador, go ahead). Seu ritmo de vida também é importante para a felicidade de dono e bicho: se você não tem saco de acordar mais cedo todos os dias para passear com o cachorro nem tem quem faça isso por você, pode ser o caso de optar por um felino, que não precisa sair e fica melhor sozinho o dia todo, ou outra espécie que não demande tanta atenção.

3 – Grana
Vale a pena conversar com quem já tem o bichinho para o qual você pretende abrir a porta de casa e, aí, botar no lápis as despesas mensais. Cachorros precisam de mais banhos e mais idas ao veterinário, enquanto gatos tomam banho uma vez por mês ou menos, por exemplo. E saiba que a despesa inicial é bem maior: idas extras ao veterinário, vacinas pendentes, caminhas, coleiras, potes de comida e água, caixas de transporte e rede em todas as janelas (no caso dos gatos), além da penca de brinquedos (e roupinhas!) que você vai acabar comprando na empolgação. Outras espécies, como peixes, pássaros, porquinhos da índia, etc., também têm suas necessidades específicas, que trazem custos particulares. Ter um aquário, por exemplo, exige uma infra razoavelmente sofisticada e bastante dedicação. Ou seja, informe-se e esteja preparado para o capital inicial que montar o “enxoval” do bicho vai exigir. Depois, a rotina entra nos eixos e a despesa mensal se regulariza.

4 – Comprar x Adotar
Com a decisão tomada, é hora de escolher de onde vem o futuro bichinho. Sou totalmente contra comprar um animal, por uma série de motivos, embora respeite quem opta por isso. Antes de resolver entrar num petshop com cartão de crédito a postos, é bom saber que há bichos para todos os gostos – de vira-latas a animais de raça, filhotes e velhinhos – esperando a chance de serem adotados. Pegar na rua é um caminho, mas sou mais a favor de colaborar com o trabalho de ONGs sérias que organizam o processo de adoção. Elas entregam o animal vacinado, muitas vezes castrado e ainda oferecem apoio ao novo dono, com cartilhas de orientações gerais e até convênios com veterinários. Considere, ainda, a possibilidade de adotar dois animais (lembrando sempre do tamanho da casa). Eles vivem melhor com companhia e é uma graça assistir os dois brincando e dormindo juntos. E, se gostar dessa ideia, adote os dois de uma vez. Inserir um novo animal no ambiente mais tarde, quando o primeiro já for dono do pedaço, pode ser um belo desafio.1371715_10202039212206085_141890535_n

5 – Bagunças e travessuras
Ter bicho em casa chacoalha as estruturas do quarto e sala que você tanto se esmera em manter apresentável – ou já bagunça com louvor você mesmo. É pêlo pra tudo quanto é lado, xixi fora de lugar até que ele aprenda o lugar certo e até vômitos pontuais. Gatos podem adquirir o hábito de arranhar o sofá e cães às vezes gostam de tirar todas as suas roupas do lugar e dormir em cima, roer móveis e mais uma porção de passatempos “fofos”. Com tudo isso, pode ser o caso de investir em uma diarista ou, se é você o faxineiro do lar, em uma rotina mais constante de limpeza. Também é necessário reorganizar algumas coisas como se tivesse um bebê em casa: produtos de limpeza bem guardados e objetos afiados ou frágeis, longe do alcance das “crianças”. Largar comida em cima da mesa ou louça com restos na pia também é fatal – é só dar as costas pro bicho ir lá.

1290057_10202039204405890_217407455_n6 – Elementos surpresa
Parece piada, mas, enquanto escrevia o começo desse texto, uma das minhas gatas espatifou meu enfeite preferido brincando de pega pega com a irmã. Quando você acha que já “blindou” a casa suficientemente (esse enfeite estava em uma altura nunca antes navegada pelas duas em um ano), pode ter certeza que eles vão achar um meio de aprontar uma nova. Nem sempre é caso de peraltice – a outra gatinha quebrou a pata (não se sabe como) dentro do apartamento de madrugada, o que significou um mês inteiro de cuidados intensos. Para tudo isso, relaxe, são coisas que acontecem. E tenha em mãos super bonder pra colar os caquinhos (é até uma terapia ocupacional, veja pelo lado bom) e telefones de veterinários e clínicas 24h pregados na geladeira. Há muito mais surpresas envolvidas em morar quase sozinho que não cabem em um post e variam muito a cada caso. A “personalidade” de cada animal é única. Se ele será um capeta, um anjinho, tímido ou “dado”, vai depender de fatores como espécie, raça, genética e criação. Mas, certamente, vai ser a sua cara!

*Roberta Garattoni, tem 28 anos, é RP e mora em São Paulo. As dicas acima e as gatinhas nas fotos são dela :)